
Um sorriso.
Simples gesto de se mostrar alegria e felicidade (Será mesmo?).
Talvez o mundo esteja mesmo coberto de pessoas perigosas, sem sentimentos, incapazes de pensar nos outros, pensando apenas no ser humano que são. Todos os dias acontecem factos que, de certo modo, nos chocam, nos magoam, nos entristecem. Fazem-nos olhar para o presente e futuro de uma maneira completamente diferente, demasiado triste e pouco optimista. Todos nós temos sonhos, temos algo nesta vida que sonhamos alcançar. Mas às vezes, surgem barreiras inesperadas que nos levam à fraqueza, que conduz à falta de esperança. Simplesmente poderíamos estar num sítio melhor, onde ninguém nos pudesse magoar, fazer mal. Toda a gente, mais tarde ou mais cedo, acaba por nos desiludir, por ferir os nossos corações, toda a gente. De alguma maneira seremos atingidos. Todos os dias sinto um medo estranho a atravessar-me o corpo. Tu, apenas tu, sabias definir o meu medo, porque o observavas em mim. Sempre soubeste quais eram as minhas fraquezas, como me atingir. Sempre o conseguiste fazer. Sempre tiveste coragem para o fazer. Pergunto-me se me amarias de verdade, pois não eras capaz de acabar com o medo que tinha. Sim, só tu o conhecias, e só tu o conseguias apagar da minha alma. Será que pensas em mim quando fazes o que não deves fazer? Será que consegues dormir depois de dizeres que me amas (se isso não for realmente verdade)? Quem me dera que alguma coisa sentisses. Alguma coisa concreta. Digo isto não por ti, não por nós, mas sim por mim. Porque é que quando me encontro perdida, não vens ter comigo e não acabas com a minha solidão? Sinceramente, considero-me ridícula. Se te fores embora para sempre, tens a certeza que nunca mais irás voltar? Se fores, prefiro que me impeças a entrada no teu mundo, não que a abras novamente, pois irei cair num eterno choro, sempre que voltares e partires de novo. Será que fui mesmo eu que te mudei? Se fui, sinto-me concretizada. Mas porque será que mudaste de novo? Terá alguém influenciado essa súbita mudança? Ou terá acabado o amor que sentias por alguém como eu? Tudo magoa, hás-de entender isso.
(Ainda existe alguém que pense que não estamos todos rodeados de gente que não se importa realmente connosco?)
Simples gesto de se mostrar alegria e felicidade (Será mesmo?).
Talvez o mundo esteja mesmo coberto de pessoas perigosas, sem sentimentos, incapazes de pensar nos outros, pensando apenas no ser humano que são. Todos os dias acontecem factos que, de certo modo, nos chocam, nos magoam, nos entristecem. Fazem-nos olhar para o presente e futuro de uma maneira completamente diferente, demasiado triste e pouco optimista. Todos nós temos sonhos, temos algo nesta vida que sonhamos alcançar. Mas às vezes, surgem barreiras inesperadas que nos levam à fraqueza, que conduz à falta de esperança. Simplesmente poderíamos estar num sítio melhor, onde ninguém nos pudesse magoar, fazer mal. Toda a gente, mais tarde ou mais cedo, acaba por nos desiludir, por ferir os nossos corações, toda a gente. De alguma maneira seremos atingidos. Todos os dias sinto um medo estranho a atravessar-me o corpo. Tu, apenas tu, sabias definir o meu medo, porque o observavas em mim. Sempre soubeste quais eram as minhas fraquezas, como me atingir. Sempre o conseguiste fazer. Sempre tiveste coragem para o fazer. Pergunto-me se me amarias de verdade, pois não eras capaz de acabar com o medo que tinha. Sim, só tu o conhecias, e só tu o conseguias apagar da minha alma. Será que pensas em mim quando fazes o que não deves fazer? Será que consegues dormir depois de dizeres que me amas (se isso não for realmente verdade)? Quem me dera que alguma coisa sentisses. Alguma coisa concreta. Digo isto não por ti, não por nós, mas sim por mim. Porque é que quando me encontro perdida, não vens ter comigo e não acabas com a minha solidão? Sinceramente, considero-me ridícula. Se te fores embora para sempre, tens a certeza que nunca mais irás voltar? Se fores, prefiro que me impeças a entrada no teu mundo, não que a abras novamente, pois irei cair num eterno choro, sempre que voltares e partires de novo. Será que fui mesmo eu que te mudei? Se fui, sinto-me concretizada. Mas porque será que mudaste de novo? Terá alguém influenciado essa súbita mudança? Ou terá acabado o amor que sentias por alguém como eu? Tudo magoa, hás-de entender isso.
(Ainda existe alguém que pense que não estamos todos rodeados de gente que não se importa realmente connosco?)