Para mais tarde recordar o que o tempo não levou...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A única coisa que te peço

...é para nunca te esqueceres de mim!













(Mesmo que isso seja impossível)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Hoje sou uma sereia

Hoje sinto-me como se fosse uma sereia. Ando nos confins do mar à procura de estrelas e algas para colocar no meu cabelo, como se fosse uma princesa dos mares. Hoje domino aquilo que ninguém consegue dominar e tenho amigos diferentes que posso observar como nunca. Sinto-me feliz, leve, solta... como se todo este azul profundo fosse meu, apenas meu. Fecho os olhos e deixo-me levar pela corrente, pela espuma, sem qualquer tipo de medo. Flutuo, brinco, fecho os olhos, sinto sensações nunca antes experimentadas - Sou livre! Não tenho pés, tenho barbatanas que me transportam rapidamente para qualquer parte do infinito, do desconhecido. No meu pensamento não tenho nada. Sonhos, também não existem. Preocupações... nem vê-las! Hoje não me sinto um ser humano comum, sinto-me algo diferente. Provavelmente imaginário. Mas sinto, de alguma forma, e isso é o mais importante.

Hoje sou o que eu quiser ser. E tudo aquilo que não posso alcançar é MEU

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sonhos

Ultimamente tenho tido medo de sonhar. Os meus sonhos têm-se revelado algo de impossível, algo pouco concreto, que quase nem consigo definir. Acordo todas as noites sobressaltada, sem conseguir dormir as horas que desejava e sento-me na cama na ânsia de conseguir decifrar o que eles me querem transmitir. Sim, porque todos os sonhos têm significados. Mas eu não consigo encontrar o dos meus. Só queria voltar a ter uma boa noite de sono, recheada de sonhos que no dia seguinte me deixassem com um sorriso de orelha a orelha. Quero é deixar de pensar em coisas abstractas, que me deixam desconfortável, pensativa, na manhã seguinte.

Quero voltar a ter os meus sonhos, outra vez!


( ...porque eu gosto de sonhar )

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Meco, a minha casa


Não há sítio onde eu me sinta melhor do que sentada à berma da falésia, a contemplar a bela paisagem que tenho diante dos meus olhos e a ouvir o barulho das ondas a bater contra as rochas. Sentada neste lugar, consigo despertar em mim sensações únicas, que me fazem sentir diferente de tudo o resto, por breves momentos.

Ter para mim, na palma da minha mão, todas estas maravilhosas coisas da vida é algo que agradeço constantemente. É como ter um mundo só para mim e ver coisas que pouca gente tem a oportunidade de ver. E sonhar, sonhar, sonhar.

Por mais tempo que passe, por mais longe que eu esteja, é a este sítio que eu pertenço e que eu quero poder continuar a pertencer.

Agora, nada me deixa mais aconchegada do que estar deitada na relva a olhar o céu azul ou simplesmente deitada a ouvir o barulho da chuva a cair no telhado, nos dias mais cinzentos.

Isto foi o que eu construí com amor e o que eu vou continuar a construir até não poder mais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Acredita


"Just when you think it can't get any worse, it can. And just when you think it can't get any better, it can."