Para mais tarde recordar o que o tempo não levou...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A grande companheira



Hoje decidi escrever sobre ti, porque já o merecias e porque és o animal mais bonito e fiel à face da terra.

Diz-se que o cão é o melhor amigo do homem, e eu aprovo de todo essa ideia.
Conheci-te através da melhor pessoa, e com ela aprendi a lidar contigo. Aprendi todos os teus costumes, todos os teus sinais, todos os teus truques, e o mais importante, aprendi a comunicar contigo. Aos poucos e poucos, foste criando laços comigo que se tornaram muito fortes à medida que o tempo foi passando. E por mais incrível que pareça, quando te ia visitar, soubeste sempre sorrir para mim, encher-me de pêlos e saltar-me para cima como quem diz 'Bem vinda a casa'. Estes gestos foram os melhores que recebi da tua parte. Não poderia estar mais contente com a amizade que construíste comigo, quando eu pensava que na primeira vez que me recebesses no teu espaço, me ladrasses e rosnasses, mostrando-me que ali não era o meu lugar. Mas nunca o fizeste, mesmo quando sabias que tudo estava mal, e que poderíamos ficar por ali.
Sempre me soubeste ouvir, sempre me soubeste compreender, tal como eu a ti. Por tudo isto e muito mais, sei que és a melhor companheira que alguma vez poderia ter conhecido. És diferente à tua maneira, e por o seres, ainda te admiro mais.

'Deixa-me tirar-te uma foto com ela, para me lembrar mais tarde que ainda a chegaste a conhecer'

Não importa o tempo que vás durar, importa é o tempo que viveste ao nosso lado e as pessoas a quem trouxeste felicidade. Eu, fui uma delas, e estou-te absolutamente grata por o teres feito e continuares a fazer.
Ainda te hei-de passear muitas vezes, e tu ainda me hás-de ensinar o caminho para tua casa por muito tempo. A melhor és tu, e tenho a sensação que sabes isso como ninguém.

Gostamos muito de ti, D.

(Ah, e não te preocupes, pois podes contar com as duas bolachas sempre que estivermos juntas!)