
Continuo a sentir o teu calor no meu corpo...
Lembro-me como se fosse hoje do suor que vinha dos nossos corpos, após momentos inesquecíveis, rodeados de pureza e amor. Agarravas na minha mão e arrastavas-me para o nosso mundo, fechando a porta que nos separava de tudo o resto. Pedias-me para ser só tua, nem que fosse por um minuto. Suspiravas de desejo junto ao meu pescoço, e as minhas mãos iam percorrendo a tua perfeição descomunal. Os nossos corpos tendiam a colar-se tal era a atmosfera criada por nós. Éramos definidos pelas sombras que viamos no escuro, mas não precisávamos de manter os olhos abertos, pois podiamos sentir a beleza do nosso amor através do tacto e dos beijos sufocantes que me davas. Elevavas-me com o teu sorriso, e pousavas-me numa nuvem mais que confortável, onde me pudesses adormecer, acariciando-me a face, como só tu sabias (e continuas a saber) fazer. Quando despertava desse sonho magnífico que me proporcionavas, sentia então a felicidade que comigo alcançaste. Sentia-me em casa, junta à minha razão de viver, ao meu primeiro e último amor. Enquanto me olhavas nos olhos, e me prendias nos teus braços, dizias que me amavas e que irias ser meu para todo o nosso sempre e sempre mais. Nunca vou esquecer nenhuma palavra vinda dessa voz mais reluzente que as estrelas do meu céu. Não tencionava nunca sair do teu aconchego, pois sabia muito bem (e hoje sei ainda melhor) que me ia perder e desencontrar se não te sentisse em mim. A verdade... essa é dura de acreditar! Mas quero que saibas que guardo todos os nossos momentos comigo, e que adormeço a pensar neles e em ti. Não preciso de fotografias, basta-me recuar no tempo para me lembrar de cada detalhe mais íntimo da nossa paixão eterna.
Lembras-te quando tinha direito a pedir desejos, porque me caía uma pestana? Ermm, para teu azar (e minha sorte :P) o desejo calhava-me sempre a mim. Tu sabes o que eu mais desejava, o que eu pedia todos os dias da minha vida, sem ser preciso caírem-me pestanas. O meu desejo continua a ser o mesmo, nunca há-de mudar, e sabes porquê? Porque é o que eu mais ambiciono neste mundo.
Tenho esperança que um dia voltes, que me venhas abraçar de novo e que me possas restabelecer o sorriso que conseguiste fazer com que eu esboçasse à dois anos atrás. Hei-de voltar um dia a sussurar-te ao ouvido o quanto te amo, e o quanto te quero para sempre, mesmo que esse 'para sempre' nunca se chegue a concretizar. Quero-te muito, meu amor. Nunca te vou esquecer, NUNCA! Serei sempre tua, 'morzão'!
Se disser que te amo, acreditas em mim?
AMO-TE
(...) Os dias são todos iguais, os sorrisos desapareceram, as lembranças ficaram, o teu cheiro permaneceu, o meu amor por ti aumentou. Mas... a felicidade, NÃO EXISTE!
Lembro-me como se fosse hoje do suor que vinha dos nossos corpos, após momentos inesquecíveis, rodeados de pureza e amor. Agarravas na minha mão e arrastavas-me para o nosso mundo, fechando a porta que nos separava de tudo o resto. Pedias-me para ser só tua, nem que fosse por um minuto. Suspiravas de desejo junto ao meu pescoço, e as minhas mãos iam percorrendo a tua perfeição descomunal. Os nossos corpos tendiam a colar-se tal era a atmosfera criada por nós. Éramos definidos pelas sombras que viamos no escuro, mas não precisávamos de manter os olhos abertos, pois podiamos sentir a beleza do nosso amor através do tacto e dos beijos sufocantes que me davas. Elevavas-me com o teu sorriso, e pousavas-me numa nuvem mais que confortável, onde me pudesses adormecer, acariciando-me a face, como só tu sabias (e continuas a saber) fazer. Quando despertava desse sonho magnífico que me proporcionavas, sentia então a felicidade que comigo alcançaste. Sentia-me em casa, junta à minha razão de viver, ao meu primeiro e último amor. Enquanto me olhavas nos olhos, e me prendias nos teus braços, dizias que me amavas e que irias ser meu para todo o nosso sempre e sempre mais. Nunca vou esquecer nenhuma palavra vinda dessa voz mais reluzente que as estrelas do meu céu. Não tencionava nunca sair do teu aconchego, pois sabia muito bem (e hoje sei ainda melhor) que me ia perder e desencontrar se não te sentisse em mim. A verdade... essa é dura de acreditar! Mas quero que saibas que guardo todos os nossos momentos comigo, e que adormeço a pensar neles e em ti. Não preciso de fotografias, basta-me recuar no tempo para me lembrar de cada detalhe mais íntimo da nossa paixão eterna.
Lembras-te quando tinha direito a pedir desejos, porque me caía uma pestana? Ermm, para teu azar (e minha sorte :P) o desejo calhava-me sempre a mim. Tu sabes o que eu mais desejava, o que eu pedia todos os dias da minha vida, sem ser preciso caírem-me pestanas. O meu desejo continua a ser o mesmo, nunca há-de mudar, e sabes porquê? Porque é o que eu mais ambiciono neste mundo.
Tenho esperança que um dia voltes, que me venhas abraçar de novo e que me possas restabelecer o sorriso que conseguiste fazer com que eu esboçasse à dois anos atrás. Hei-de voltar um dia a sussurar-te ao ouvido o quanto te amo, e o quanto te quero para sempre, mesmo que esse 'para sempre' nunca se chegue a concretizar. Quero-te muito, meu amor. Nunca te vou esquecer, NUNCA! Serei sempre tua, 'morzão'!
Se disser que te amo, acreditas em mim?
AMO-TE
(...) Os dias são todos iguais, os sorrisos desapareceram, as lembranças ficaram, o teu cheiro permaneceu, o meu amor por ti aumentou. Mas... a felicidade, NÃO EXISTE!