Para mais tarde recordar o que o tempo não levou...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O Diário da Nossa Paixão



"Podes simplesmente ficar comigo? Isto não vai ser nada fácil. Aliás, vai ser até muito difícil, e nós vamos ter que lutar por isto todos os dias, mas eu quero fazer isto, porque eu quero-te. Quero-te toda, para sempre, tu e eu, todos os dias. Eu perdi-te uma vez, e acho que consigo perder-te novamente, se soubesse que era isso mesmo que querias. Mas, por favor, não escolhas o caminho mais fácil."

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quando eu era pequenina...





Tenho saudades dos tempos em que andava de mãos dadas com as minhas bonecas. Das longas tardes em que lhes penteava o cabelo, lhes vestia as suas mil e uma roupas e em que me entregava de corpo e alma às suas histórias. Não existiam preocupações. O mundo lá fora, desconhecido, não me perturbava, não me assustava, nem sequer me tocava num fio de cabelo. Eram tempos em que só eu, os meus brinquedos e os desenhos animados da televisão importavam. Lágrimas? Só quando não queria comer a sopa ou quando estava doente. Sabia o que era o amor, mas não da forma que sei hoje. O amor que outrora conhecia era o amor entre a família, aquele que, para mim, é o mais inquebrável, o mais difícil de se dissipar. Lembro-me de pensar que queria muito crescer, que queria muito ser como os adultos que, a meus olhos, me pareciam seres humanos fortes, resistentes e felizes. Pensava que, quando fosse mais velha, podia fazer as mil e uma coisas que me passavam pela cabeça sem ter de desafiar ninguém. A verdade é que estava redondamente enganada, pois ser criança é a melhor coisa do mundo. Ser criança é poder sonhar, imaginar, criar, explorar, rir, viver, pintar o mundo com todas as cores do arco-íris. Ser criança é ser feliz. E hoje, dava tudo para voltar atrás. Para ocupar a minha mente apenas com bonecas, lápis de cera, lancheiras e sestas à tarde.




Hoje sei que o mundo aos olhos de uma criança pode ser um mundo cheio das maiores maravilhas da sua imaginação. E é esse o valor do que ousamos chamar "vida".

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Já não há volta a dar

Há coisas que não voltam mesmo atrás. Não podemos negar o passado, mas podemos escondê-lo no nosso coração e fazer com que ele não presista no presente.




Há coisas que simplesmente não mudam, e não há nada que as faça mudar, por mais que o tempo passe, por mais que as estações mudem.


A vida é assim mesmo.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Big girls don't cry

"Só tenho uma palavra: instabilidade"









terça-feira, 17 de maio de 2011

Come what may

We could be heroes, forever and ever. We could steal time just for one day.


...and I will love until my dying day.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Bipolaridade


Apenas existe atracção mútua se os pólos forem opostos, ou seja, se existir um pólo negativo e um positivo. Se assim for, tudo encaixa, tudo é perfeito, tudo parece fazer sentido. Caso contrário, existe uma forte probabilidade de chocarem um contra o outro, de se magoarem, de explodirem. Dois pólos positivos ou dois negativos simplesmente não funcionam. E o mesmo aplica-se ao amor. Talvez esta seja a melhor explicação para tudo o resto.








always be your baby *

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Hurt


Vou enterrar todas as memórias num baú e lançá-lo ao mar. Permanecerá para sempre lá. Pode ser que assim a dor desapareça também. Vai existir sempre alguém que leva consigo um bocado de nós, um parte do nosso corpo, da nossa alma. Deixamo-nos levar como as ondas se deixam levar pelo vento. Existem forças que são capazes de mover mundos, capazes de virar uma vida ao contrário. Há quem chore, há quem sorria. Há quem consiga caminhar ao lado de alguém com um breve sorriso, misterioso e terno, que transmita o amor e orgulho de quem o acompanha. Há quem simplesmente não consiga olhar para nada, nem sair de um espaço com quatro paredes, com medo de quem lhe possa ferir o coração.


Há quem goste de magoar. Há quem goste de fugir. Há quem goste de esconder. Há quem consiga guardar para si os desejos e os sonhos. Há quem consiga apaixonar-se vezes sem conta. Há quem consiga respeitar, esperar, esquecer, partilhar, sentir, aproveitar, recordar.


Há quem (não) consiga AMAR!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Insuficiências

Um dias, dois dias, três dias:

É o tempo a contar, é o mundo a mudar.


Doi. Doi lentamente e ninguém sabe como.


Dou por mim a pensar em algo que não deveria, mesmo quando supostamente acordada eu não estaria.


Quem sabe como é o amanhã?


Já não existem mais sinais.


É a obra do destino e não há como fugir.


Há um espaço vazio no meu coração que cresce até mais não.


Existem várias formas de atenuarem o crescente, mas não são o suficiente.


Dava tudo para voltar atrás e fazer parágrafos, inventar, construir, aldrabar uma nova história: um novo começo.


Um sorriso vais esboçar quando vires que tens novamente o mundo a teus pés.


É esse o meu desejo!


Por favor fica... mas vai. Ou então não vás.


Vem prender-te a mim e jurar que o amanhã é nosso.


Vem soltar os teus beijos, esconder as tuas falhas, colar o teu corpo ao meu, entregando-te a mim sem qualquer pudor, ressentimento ou insegurança.


Vem cometer erros, fazer loucuras, criar novas memórias.


Vem fazê-lo comigo, porque uma vida inteira não é suficiente para amar.


Vem agora, para sempre *


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Encontrei isto e gostei *

"As recordações são coisas absurdas. Algumas são vagas, outras cristalinas, outras ainda demasiado dolorosas para as lembrarmos e outras, então, deixam-nos tanta dor que não conseguimos esquecê-las."

2011



Considero tanto isto verdade que me imaginei a mim mesmo a citar esta frase ♥

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A million miles away

À medida que os segundos vão decorrendo, a distância entre nós aumenta... e aumenta... e aumenta.


Estás tão longe que eu já nem te consigo sentir. Não consigo encontrar o teu cheiro, não consigo ouvir o barulho dos teus passos no meu chão flutuante, não consigo sentir a tua mão da minha. Pergunto-me se isto será para sempre assim. Se a cada dia que passa, mais um bocado teu desvanesce. O futuro assusta-me, não sei o que pensar dele. Sempre planeei o amanhã e talvez esse fosse o meu maior erro. O amanhã é tão indefinido que já não consigo planeá-lo mais. A vida tem-me privado de sensações que eu considerava eternas e duradouras, sensações que eu jamais queria perder. E, em parte, isso é a chama da minha vida, do meu ser.


Já estou farta de atribuir culpas. Talvez ela nem exista. Talvez o problema não seja esse. Ou talvez seja.


Tenho saudades tuas! E se tivesse apenas mais um minuto contigo a única coisa que te diria era para me encontrares no teu coração.

(Sim, hoje estou a vacilar. Mas é só hoje, prometo)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Completa(-me)

Hoje tive um sonho...
... se tu soubesses!


Hoje sonhei que estavamos juntos. Estavamos felizes, livres, soltos, completamente despreocupados. Voavamos como se fossemos pássaros, sem rumo, sem direcção. Só existias tu e eu, e não era preciso mais nada. Tínhamos feito tudo aquilo que sempre sonhámos, pois não existia tempo, nem nada acabava, nada nos separava. Talvez fosse a Eternidade, não sei. Mas era real. Tão real que quando acordei continuava a ouvir as tuas palavras a ecoarem dentro da minha cabeça:

"És a única coisa que quero!"

Não precisava de dizer nada, tu sabias tudo. Sabias o que fazer, o que dizer no momento certo, como me mostrar aquilo que sentias e a felicidade que te enchia e dominava por completo. E tinhas-me a mim, debaixo do teu ombro, a olhar para ti, orgulhosa do tudo que éramos. Os meus olhos brilhavam... e o teu sorriso, deixa-me dizer-te que era maravilhoso. E sabes, o mais importante de tudo foi sentir que me amavas, com todo o teu corpo, com toda a tua alma, com todo o teu coração. Amavas-me por completo, com defeitos e imperfeições, com rugas do tempo, com menos força nas pernas para caminhar, com menos tudo.

Foi um sonho, certo? Não passa disso. Mas senti-me preenchida como já à muito não me sentia. Levava uma vida feliz e completa, se pudesses vir todas as noites ter comigo aos sonhos. Mas tudo o que vem, também vai. E a vida são dois dias.


O tempo passa a correr, tal como os sonhos!

terça-feira, 22 de março de 2011

Sometimes...

Às vezes somos obrigados a desistir dos nossos sonhos, sem podermos ter qualquer controlo. Nem sempre depende de nós. Por vezes há uma força superior que comanda todo e qualquer sonho, possuindo em mãos a capacidade de acabar com eles ou dar-lhes asas. Eu só pedia mais um oportunidade para mudar o meu destino mas, pelos vistos, tornou-se impossível. Tenho medo de dizer em voz alta, porque parece ainda mais real.

E esta realidade é tudo o que eu menos quero.



(Se perguntarem como foi, eu digo que doeu terrivelmente, como se me tivessem queimado a alma. E ainda assim, eu que pensava que o (nosso) amor era a maior força da Natureza...)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Refúgio do tempo

Há dias em que o mundo parece não fazer sentido nenhum. Ultimamente os meus dias têm sido assim: iguais, indiferentes, monótomos. Uma rotina que tenciono quebrar.
Vejo o tempo a passar e sinto que me falta algo que me pertence, que me completa, que me transporta para um mundo melhor. Não sei onde anda, mas anseio por descobrir. Sem isso, não me considero inteiramente feliz. E é a felicidade que todos andamos à procura nesta vida.
Até lá, refugio-me, como é o que sei fazer melhor. O amanhã é uma incógnita, e não consigo fazer promessas que não possuo certezas de cumprir. Só sei que quero que as coisas mudem e me tornem numa pessoa melhor, como eu sei que ainda posso ser.
QUERO-TE!
(nem que seja por uma noite)


segunda-feira, 14 de março de 2011



Agora que tenho o que quero, porque é que não estou feliz? No fundo, eu sei a resposta. Tu é que não.


E talvez o problema seja mesmo esse.


(Já não sei nada...)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

A única coisa que te peço

...é para nunca te esqueceres de mim!













(Mesmo que isso seja impossível)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Hoje sou uma sereia

Hoje sinto-me como se fosse uma sereia. Ando nos confins do mar à procura de estrelas e algas para colocar no meu cabelo, como se fosse uma princesa dos mares. Hoje domino aquilo que ninguém consegue dominar e tenho amigos diferentes que posso observar como nunca. Sinto-me feliz, leve, solta... como se todo este azul profundo fosse meu, apenas meu. Fecho os olhos e deixo-me levar pela corrente, pela espuma, sem qualquer tipo de medo. Flutuo, brinco, fecho os olhos, sinto sensações nunca antes experimentadas - Sou livre! Não tenho pés, tenho barbatanas que me transportam rapidamente para qualquer parte do infinito, do desconhecido. No meu pensamento não tenho nada. Sonhos, também não existem. Preocupações... nem vê-las! Hoje não me sinto um ser humano comum, sinto-me algo diferente. Provavelmente imaginário. Mas sinto, de alguma forma, e isso é o mais importante.

Hoje sou o que eu quiser ser. E tudo aquilo que não posso alcançar é MEU

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sonhos

Ultimamente tenho tido medo de sonhar. Os meus sonhos têm-se revelado algo de impossível, algo pouco concreto, que quase nem consigo definir. Acordo todas as noites sobressaltada, sem conseguir dormir as horas que desejava e sento-me na cama na ânsia de conseguir decifrar o que eles me querem transmitir. Sim, porque todos os sonhos têm significados. Mas eu não consigo encontrar o dos meus. Só queria voltar a ter uma boa noite de sono, recheada de sonhos que no dia seguinte me deixassem com um sorriso de orelha a orelha. Quero é deixar de pensar em coisas abstractas, que me deixam desconfortável, pensativa, na manhã seguinte.

Quero voltar a ter os meus sonhos, outra vez!


( ...porque eu gosto de sonhar )

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Meco, a minha casa


Não há sítio onde eu me sinta melhor do que sentada à berma da falésia, a contemplar a bela paisagem que tenho diante dos meus olhos e a ouvir o barulho das ondas a bater contra as rochas. Sentada neste lugar, consigo despertar em mim sensações únicas, que me fazem sentir diferente de tudo o resto, por breves momentos.

Ter para mim, na palma da minha mão, todas estas maravilhosas coisas da vida é algo que agradeço constantemente. É como ter um mundo só para mim e ver coisas que pouca gente tem a oportunidade de ver. E sonhar, sonhar, sonhar.

Por mais tempo que passe, por mais longe que eu esteja, é a este sítio que eu pertenço e que eu quero poder continuar a pertencer.

Agora, nada me deixa mais aconchegada do que estar deitada na relva a olhar o céu azul ou simplesmente deitada a ouvir o barulho da chuva a cair no telhado, nos dias mais cinzentos.

Isto foi o que eu construí com amor e o que eu vou continuar a construir até não poder mais.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Acredita


"Just when you think it can't get any worse, it can. And just when you think it can't get any better, it can."