
"Quando estavamos juntos, tínhamos o poder de manter o pião giratório a rodopiar, e daí, resultava beleza, magia, bem como uma sensação quase infantil de maravilha. Quando nos separávamos, o movimento começava inevitávelmente a abrandar. Tornávamo-nos hesitantes e instáveis, e eu sabia que tinha de descobrir uma maneira que nos impedisse de oscilar e cair."
E é assim, o amor, inevitávelmente inevitável. Mas o que vale a pena (entre outras coisas), é poder ficar a contemplar todas as tuas expressões, todos os teus gestos, todas as tuas palavras. Tal como as nossas 'maravilhásticas' noites, deitados sobre as estrelas cintilantes que um dia o céu nos proporcionou.
Eras tu, eu, e a noite de luar.
(Lembras-te?)