Um dias, dois dias, três dias:
É o tempo a contar, é o mundo a mudar.
Doi. Doi lentamente e ninguém sabe como.
Dou por mim a pensar em algo que não deveria, mesmo quando supostamente acordada eu não estaria.
Quem sabe como é o amanhã?
Já não existem mais sinais.
É a obra do destino e não há como fugir.
Há um espaço vazio no meu coração que cresce até mais não.
Existem várias formas de atenuarem o crescente, mas não são o suficiente.
Dava tudo para voltar atrás e fazer parágrafos, inventar, construir, aldrabar uma nova história: um novo começo.
Um sorriso vais esboçar quando vires que tens novamente o mundo a teus pés.
É esse o meu desejo!
Por favor fica... mas vai. Ou então não vás.
Vem prender-te a mim e jurar que o amanhã é nosso.
Vem soltar os teus beijos, esconder as tuas falhas, colar o teu corpo ao meu, entregando-te a mim sem qualquer pudor, ressentimento ou insegurança.
Vem fazê-lo comigo, porque uma vida inteira não é suficiente para amar.
Vem agora, para sempre *
